A Catedral de Maringá recebeu nesta terça-feira (6) a aplicação de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), ação integrante do projeto “Primavera Sem Dengue”, conduzido pela Prefeitura por meio da Secretaria de Saúde. A técnica de controle utiliza um inseticida de longa duração, aplicado nas paredes internas e nas superfícies dos móveis, criando uma barreira de proteção contra o mosquito da dengue no ambiente.
A Catedral não é a única estrutura religiosa contemplada. Outras 23 igrejas e templos do município já contam com as Estações Disseminadoras de Larvicida (EDL), tecnologia que ajuda a sustentar os resultados positivos obtidos no enfrentamento à doença.
Os números mais recentes do Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRa) confirmam a tendência de queda. Maringá passou de 4.163 casos confirmados em 2025 para 186 registros entre janeiro e setembro deste ano — uma redução de 95,56% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Para o secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, a escolha dos locais não é por acaso. Segundo ele, as armadilhas tecnológicas são instaladas justamente nos pontos de grande circulação de pessoas.
“Igrejas e templos recebem grandes volumes de visitantes e estes locais precisam estar livres de focos e de mosquitos da dengue. Com o BRI e o EDL conseguimos garantir mais segurança para os frequentadores destes locais. A dengue se combate todos os dias, é um problema de todos e cada um tem que fazer a sua parte”, afirma o secretário.






















