A 13ª Festa Literária Internacional de Maringá (Flim) transformará a Travessa Jorge Amado em um grande ponto de encontro literário entre os dias 14 e 18 de outubro. Durante cinco dias, o espaço receberá encontros, palestras e bate-papos voltados à troca de experiências entre escritores e público. A realização é da Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Cultura (Semuc).
A programação deste ano traz uma atração internacional de peso: a escritora venezuelana María Elena Morán. Entre os nomes consagrados da literatura brasileira confirmados estão Marcelo Rubens Paiva, Itamar Vieira Junior, Rafael Calça, Betânia Pires Amaro e Tatiana Nascimento. As vozes indígenas também ganham destaque, com a presença de Auritha Tabajara, Geni Nuñez e Márcia Kambeba.
Sob o tema ‘A América é Nossa’, a Flim 2026 convida o público a refletir sobre as diferentes vozes, territórios, identidades e histórias do continente. Completam a lista de convidados Ryane Leão, Mel Duarte e Marcelo Duarte, além de Amara Moira, José Falero, Rodrigo Ciríaco, Marilene Felinto, Clara Alves, Julia Raiz, Flávio Augusto Carvalho, Fábio Luis Barbosa dos Santos, Raul Ruffo, Larissa Bezerra e Dia Bárbara Nobre.
A abertura está marcada para 14 de outubro, às 19h15, e terá como destaque Itamar Vieira Junior, autor premiado de ‘Torto Arado’, no bate-papo ‘Entre a terra e a palavra’. O primeiro dia também celebra a literatura indígena: Márcia Kambeba, escritora, poeta e ativista do povo Omágua/Kambeba, participa do encontro ‘Das águas à floresta: ancestralidade e vozes indígenas’, enquanto Geni Núñez, escritora, psicóloga e ativista indígena Guarani, conversa com o público sobre afetos no bate-papo ‘Amor fora da caixa: diálogos sobre afetos’.
No segundo dia do evento, 15 de outubro, às 19h, o palco fica com Marcelo Rubens Paiva, autor de obras marcantes como ‘Feliz Ano Velho’ e ‘Ainda Estou Aqui’. O escritor participa do bate-papo ‘Quando o pessoal é também a história de um país’. Ainda naquela noite, Auritha Tabajara — reconhecida como a primeira cordelista indígena do Brasil — conduz o encontro ‘O tempo na aldeia anda descalço’. O dia inclui ainda o sarau de Rodrigo Ciríaco e a participação da poetisa e escritora Mel Duarte.
Para o secretário de Cultura, Tiago Valenciano, a diversidade de trajetórias e perspectivas é um dos pontos centrais da 13ª edição. “A Flim é um espaço de encontro, de circulação de ideias e de valorização da literatura em suas diferentes expressões. Nesta edição, queremos aproximar ainda mais o público dos autores e estimular reflexões sobre as muitas vozes que formam a nossa América”, afirmou.





















