O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste fim de semana dois alertas de tempestade para Maringá e diversas cidades do Paraná, indicando condições climáticas adversas. Os avisos, que variam de perigo potencial a perigo significativo, são válidos das 10h deste domingo, 14, até as 10h de segunda-feira, 15.
O primeiro alerta, de categoria amarela, sinaliza perigo potencial para a região, com previsão de chuvas que podem atingir entre 20 e 30 milímetros por hora (mm/h) ou até 50 milímetros por dia (mm/dia). Além da chuva, são esperados ventos intensos de até 60 km/h e a possibilidade de queda de granizo, demandando atenção dos moradores.
No entanto, a situação se torna mais preocupante com o segundo alerta, de categoria laranja, que aponta para um perigo mais elevado. Neste cenário, Maringá e outras localidades podem enfrentar chuvas volumosas, variando entre 30 e 60 mm/h ou de 50 a 100 mm/dia. Os ventos podem ser ainda mais fortes, chegando a 100 km/h, acompanhados de granizo. A intensidade dessas condições aumenta o risco de interrupções no fornecimento de energia elétrica, danos significativos a plantações, quedas de árvores e alagamentos, que podem afetar a infraestrutura urbana e rural.
Além de Maringá, cidades como Londrina e Campo Mourão também estão sob a vigência do alerta laranja, reforçando a necessidade de precaução em uma vasta área do estado.
Diante do cenário, o Inmet reforça a importância de medidas preventivas. Em caso de rajadas de vento, a população deve evitar buscar abrigo debaixo de árvores, devido ao risco de quedas e descargas elétricas. É igualmente recomendado não estacionar veículos próximo a torres de transmissão de energia ou placas de propaganda, que podem ser derrubadas pela força do vento. Para minimizar riscos de acidentes com a rede elétrica, aconselha-se desligar aparelhos elétricos e, se possível, o quadro geral de energia.
Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Defesa Civil, pelo telefone 199, ou o Corpo de Bombeiros, discando 193. A colaboração da comunidade e a adoção de medidas de segurança são cruciais para atravessar o período de instabilidade climática.



















