Lançado há menos de uma semana, o programa “Olhando para o Futuro”, da Prefeitura de Maringá, já apresenta resultados expressivos. Na Escola Municipal Professor José Galetti, segunda unidade a receber a iniciativa, 41 dos 388 alunos avaliados foram diagnosticados com necessidade de correção visual e receberam prescrição para uso de óculos. As crianças que precisam do acessório podem escolher armações em óticas credenciadas, sem qualquer custo para as famílias.
A ação integra as secretarias de Saúde e Educação e vai percorrer 53 escolas municipais, alcançando mais de 18 mil estudantes de cinco a onze anos. O investimento do município é de R$ 1.620.826,38, destinado à triagem oftalmológica, consultas com especialistas e entrega gratuita dos óculos. O objetivo é detectar precocemente problemas de visão que possam prejudicar o desempenho escolar.
O programa está alinhado às diretrizes do Programa Saúde na Escola e reforça o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento integral dos alunos. Os atendimentos são realizados por oftalmologistas contratados via licitação, e as consultas acontecem mediante autorização das famílias.
O prefeito Silvio Barros destacou o impacto direto da iniciativa no processo de aprendizagem. Segundo ele, muitas dificuldades dos estudantes têm origem em problemas visuais não diagnosticados. Para o gestor, oferecer atendimento completo dentro das escolas representa um avanço significativo para a educação no município.
O secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, afirmou que o programa consolida uma nova forma de integrar diferentes setores da administração. Ele ressaltou que garantir condições adequadas para que os alunos aprendam é parte fundamental da política de saúde pública.
A secretária de Educação, Adriana Palmieri, lembrou que o cuidado com os estudantes inclui fatores que vão além do ambiente escolar. Para ela, identificar e corrigir dificuldades de visão significa oferecer condições reais para que cada criança desenvolva suas potencialidades.
A diretora da Escola José Galetti, Paula Rubim, avaliou positivamente o trabalho realizado e afirmou que a presença dos profissionais dentro da unidade facilitou o acesso das crianças ao atendimento. Ela relatou a emoção de ver alunos descobrindo que voltariam a enxergar melhor, destacando que o programa tem um alcance que ultrapassa a saúde e influencia diretamente a trajetória de vida das famílias atendidas.
O programa segue avançando para outras unidades escolares ao longo das próximas semanas.





















