A Polícia Civil realizou um balanço positivo de sua atuação em Maringá, no Noroeste do Estado, durante a edição do programa “PCPR na Comunidade”, que ocorreu entre os dias 23 e 25 de outubro. A iniciativa, que ofereceu serviços de polícia judiciária e facilitou a emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), prestou atendimento a 1.702 pessoas nos três dias de evento.
A ação foi sediada no Terminal Rodoviário, na Avenida Tuiuti, e contou com a parceria do programa Justiça no Bairro, do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).
Durante o período, foram emitidas 851 novas carteiras de identidade, demonstrando a alta demanda por este serviço essencial. Além disso, a equipe da PCPR registrou seis boletins de ocorrência e dois atestados de antecedentes criminais.
Um dos destaques da operação foi o cumprimento de um mandado de prisão civil. Um homem de 49 anos, que compareceu ao estande da PCPR para uma diligência processual, teve sua situação consultada nos bancos de dados e foi constatado um mandado em aberto contra ele. O indivíduo foi imediatamente detido e encaminhado ao sistema penitenciário.
A programação do evento também incluiu demonstrações interativas de perícia papiloscópica, que é a técnica utilizada para coletar impressões digitais, permitindo à população conhecer mais sobre o trabalho técnico da Polícia Civil. Houve ainda exposições de equipamentos táticos empregados pela instituição e atividades educativas lúdicas voltadas especialmente para o público infantil.
João Mário Goes, coordenador do programa, ressaltou a importância dessas exposições. “A iniciativa buscou aproximar os cidadãos dos profissionais de segurança, valorizando e fortalecendo a atuação conjunta”, afirmou Goes, destacando que a população teve a oportunidade de conhecer de perto o trabalho desenvolvido pela PCPR.
O “PCPR na Comunidade” é um programa contínuo que visa levar os serviços de polícia judiciária a diversas localidades do Paraná. Seu objetivo principal é promover um atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades voltadas para o bem-estar social.























