A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, em parceria com a Clínica Olher, promoveu no último sábado (20) mais um mutirão oftalmológico dedicado às crianças do município. A iniciativa visa agilizar o atendimento especializado e garantir o diagnóstico precoce de problemas de visão. No entanto, a ação foi marcada por uma preocupante taxa de não comparecimento: 49 das 200 crianças com consultas agendadas faltaram, o que poderia ter beneficiado outras crianças na fila de espera.
O secretário de Saúde, Antônio Carlos Nardi, fez um apelo à responsabilidade familiar, destacando o impacto das ausências. “Quando um paciente não comparece, a vaga deixa de ser utilizada por outra criança que também precisa. Por isso, é fundamental que, em caso de impossibilidade de comparecimento, os pais ou responsáveis comuniquem com antecedência para que outra criança tenha a oportunidade de ser atendida”, enfatizou Nardi.
O objetivo principal do mutirão é reduzir a longa fila de espera por consultas especializadas e identificar precocemente condições como miopia, hipermetropia e astigmatismo, que podem afetar o desenvolvimento e o aprendizado infantil.
Durante as consultas, o oftalmologista Dr. José André Olher utilizou um autorefrator portátil, uma tecnologia de ponta que permite um diagnóstico rápido e preciso. “O equipamento é altamente preciso e fornece dados completos sobre a visão, identificando alterações. Assim, conseguimos prescrever os óculos já na primeira avaliação, garantindo que todas as crianças recebam o cuidado adequado”, explicou o médico.
A ação foi elogiada por pais como Dayane Lace de Mattos, que levou seu filho Thomas Yuri, de 11 anos, para a consulta. “Esse mutirão é muito importante, principalmente, para crianças que precisam de óculos ou têm outros problemas oftalmológicos”, afirmou.
A Secretaria de Saúde já agendou o próximo mutirão oftalmológico para o dia 11 de outubro, também na Clínica Olher. Até o momento, 120 crianças já confirmaram presença, e a expectativa é que a adesão seja maior, garantindo que o máximo de vagas seja aproveitado para o bem-estar visual das crianças de Maringá.




















