Cândido resgata a história da Poesia Concreta em edição especial de fim de ano

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O Cândido 166 lança uma edição especial dupla, dos meses de novembro e dezembro, com mais conteúdos, todos seguindo o padrão do jornal: inéditos e exclusivos. A reportagem de capa, assinada por Francisco Camolezi, resgata a história da Poesia Concreta, movimento que completa 70 anos em 2026. A proposta, encabeçada pelos irmãos Campos, Augusto e Haroldo, com o poeta Décio Pignatari, deu origem à revista literária Noigandres, criada em 1952, e reuniu diversas formas de expressões artísticas além da literatura, como artes visuais e música, consolidando nomes referenciais nestas áreas.

Na retranca, Claudio Daniel, poeta, romancista, crítico literário e professor de literatura analisa o recém-lançado livro de Augusto de Campos, “Pós-poemas”, que integra uma tetralogia formada por três outras obras: “Despoesia” (1994), “Não” (2003) e “Outro” (2015).

A edição ainda tem um artigo relacionando a poesia concretista com a cena musical e cinematográfica da época, tema da reportagem principal, escrito pela repórter do Cândido, Isa Honório, além de uma playlist disponível pelo Spotify, uma novidade desta edição. 

A entrevista é com o escritor carioca Geovani Martins concedida à jornalista Bianca Weiss. Aos 34 anos, o autor de “O sol na cabeça” (2018), traduzido em dez países e leitura obrigatória do vestibular da UFPR, e “Via Ápia” (2022), conta ao Cândido sobre seu percurso como escritor, de tentar não ser visto como ”exotizado” e a relação da canção “As Caravanas” de Chico Buarque, e seu conto “Rolezim”.

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A estreia da coluna “Crônicas Vertigens” do multiartista Fausto Fawcett é outra novidade desta edição. Com periodicidade bimestral, Fausto explora temas que percorrem literatura, música, pautas sociais, entre outros. Neste número, o colunista escreve sobre a COP 30 – 30ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima – que ocorreu no Pará, em novembro, com o título “Robocop 30”. 

Na seção de literatura, a editora do jornal, Marianna Camargo, escreve uma pensata sobre os 90 anos de Raduan Nassar e 50 de seu livro “Lavoura Arcaica” (1975); e a escritora Maria Vitória Rosa publica dois poemas inéditos. A coluna “Orelhas marcadas”, de Carlitos Marinho, traz os grifos do leitor em formato de crônica em “Código para começar o dia bem”.

Nas artes visuais, o artista e professor de Artes Visuais Emanuel Monteiro escreve um ensaio crítico sobre o pintor paranaense Miguel Bakun (1909-1963), que trata do senso paisagístico do artista, elemento importante em sua obra. O Cândido reproduz as imagens da série da obra “Pele da Pintura”, do artista Gustavo Magalhães. 

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Thaise Severo faz um registro fotográfico da Biblioteca Pública do Paraná, no ensaio “Irrestrito”, com imagens pouco vistas da instituição, e a capa tem inspiração na obra “Procuro-me” (2001), de Lenora de Barros, uma das principais artistas brasileiras, referência dentro do movimento concreto. Diagramada por Iuri de Sá, foi composta por fotos da equipe da redação e colaboradores (as) do jornal Cândido.

Acesse a edição completa AQUI.

Fonte: Governo PR

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