Por Brisa Sanches | Portal de Maringá
O Aeroporto Regional Silvio Name Júnior, em Maringá, consolidou-se como o principal hub aéreo do interior do Paraná no primeiro semestre de 2025, superando o Aeroporto Governador José Richa, em Londrina, em movimentação de passageiros. Dados recentes revelam um crescimento expressivo para Maringá, contrastando com a queda registrada em Londrina.
Maringá atrai mais passageiros e bate recorde
No primeiro semestre de 2025, o Aeroporto de Maringá registrou um total de 421.941 passageiros, marcando um aumento significativo de 13,82% em comparação com o mesmo período de 2024, quando 370.710 passageiros foram contabilizados. Este desempenho notável demonstra a crescente relevância do aeroporto para a região.
Londrina enfrenta retração
Em contrapartida, o Aeroporto de Londrina observou uma queda de 11,9% no fluxo de passageiros no primeiro semestre de 2025, totalizando 359.850 passageiros. Este número é inferior aos 408.496 passageiros registrados no primeiro semestre de 2024.
A diferença em números
A análise dos dados evidencia que, no primeiro semestre de 2025, o Aeroporto de Maringá transportou aproximadamente 62 mil passageiros a mais que o de Londrina, reforçando sua liderança regional.
Fatores do crescimento em Maringá
O sucesso do Aeroporto de Maringá é atribuído a uma série de fatores estratégicos:
- Investimentos em Infraestrutura: Melhorias contínuas na estrutura do aeroporto têm atraído mais companhias aéreas e passageiros.
- Ampliação de Voos: Maringá possui 22 voos semanais a mais do que Londrina, resultado de articulações estratégicas com as companhias aéreas, mesmo tendo uma população menor.
- Força Econômica Regional: A pujança econômica da região de Maringá impulsiona a demanda por transporte aéreo.
- Hub Regional: O aeroporto tem se consolidado como um importante ponto de conexão, atraindo passageiros de cidades vizinhas e oferecendo diversas opções de destino.
Desafios em Londrina
O Aeroporto de Londrina, por sua vez, enfrenta desafios que podem ter contribuído para a retração no movimento de passageiros. Um dos principais pontos levantados é a falta de equipamentos de auxílio a pousos e decolagens em condições climáticas adversas, o que pode resultar em cancelamentos ou desvios de voos, impactando diretamente o número de passageiros.




















